segunda-feira, 29 de junho de 2009

Coragem NÃO é habilidade...




Eu já postei este vídeo, há uns dois anos. Mas não posso resistir à tentação. Trouxe ele de volta.

É um show de horrores. Um Mustang 1967 biturbo com 875 cavalos (diz o dono), e um piloto com muita testosterona no sangue e nenhuma cabeça. Do começo ao fim do vídeo, o carro destraciona em um nível surreal. Se conseguiu passar de 70 km/h em algum momento, foi muito...

O drama não se resume a um problema de equipamento. Se o cara tem mesmo um carro de quase 1000 cavalos, ele tem a obrigação de ter um conjunto e acerto de suspensão minimamente condizente com a usina. Tem a obrigação de ter um curso de acelerador longo para dosar melhor a potência. E não tendo nada disso, a única solução é utilizar marchas altas na pilotagem, para evitar ao máximo o destracionamento.

Mas é justamente isso que me impressiona. O piloto faz tudo ao contrário. Faz de tudo para piorar o já delicado equilíbrio do monstro mecânico, com movimentos estúpidos ao volante e a sutileza de um boxeador nos pedais. Quase perde o controle várias vezes. O traçado inexiste, é uma sequência desesperada de malabarismos inúteis. Sim, ele sabe fazer um contra-esterço. Ou seja, consegue segurar uma faca e um garfo. Metade da comida é esparramada sobre a mesa.

Muito barulho por nada.

Desconfio que um bom piloto a bordo de um Golzinho chegaria na frente dele...

domingo, 28 de junho de 2009

Curvinha básica...


Pista de testes da Mercedes-Benz, Unterktuktkekrekrkekthekheim. Er, Unterturkheim, Stuttgart.

Foi construída em 1956. Possui mais ou menos 3 quilômetros e esta curva simpática, com 180 graus de raio e 90 graus de sobre-elevação. O piloto deve sofrer algo estranho ao contornar essa curva em velocidade, uma queda de pressão sanguínea no cérebro similar à força G experimentada quando um avião está dando um looping.

Deve ser divertido, e não estou sendo irônico...

sábado, 27 de junho de 2009

Um belo Opala...


Foto de Leandro Cunha. Arrancada em Maringá/PR: segundo alguns amigos, este é um dos lugares com maior concentração de belas mulheres. Apesar de confiar na opinião deles, acho que terei de fazer o sacrifício da apuração...

Acho demais esse cruzamento de originalidade e performance. Note o teto de vinil. Os emblemas, os frisos, até mesmo nas caixas de roda! Nada de scoop. Nas rodas, temos um modelo levíssimo da Weld, chamado Pro-Star.

São unidades de competição, feitas de alumínio. Com peso próximo ao ridículo, suas paredes medem pouco mais de um cabelo. Um amigo quer colocar estas rodas no Maverick de rua dele. Eu sempre falo pra ele não fazer isso, em nome de uma margem de segurança. Um carro bom é aquele que você pode confiar. Sem confiança, não há desempenho. A falta de confiança entra no meio da relação homem-máquina, e é um péssimo intermediário para quem quer ir rápido, digamos assim. Mas este é o ponto de vista de um cagão como eu.

Assunto parecido, em veia oposta, está neste ótimo texto de Marco Antônio Oliveira, no blog AUTOentusiastas. Vale a pena dar uma lida.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Subida da montanha, pico do jaraguá, 2009

Para ver os tempos e algumas fotografias: visitem o blog do Saloma.
Para ler um ótimo artigo do Milton Belli sobre a participação de um Mustang 1968: visite o blog AUTOentusiastas.
Para ler a respeito de uma situação desagradável ocorrida com o piloto Adriano Griecco e seu Karmann Ghia Dacon (tributo): visite o blog Vida de Piloto.

Os vídeos abaixo, na ordem:

- Danilo Castanha / VW Puma 1974 1.6 / Tempo 3:21,91. 1º na categoria C, 16º na geral.
- Paulo Vidal / Mazda Miata 1995 1.8 / Tempo: 3:27,44. 8º na categoria G, 18º na geral.
- Arnaldo Keller / GTA40 5.0 2009 / Tempo: 3:08,93. 4º na categoria F, 10º na geral.
- Marcos Protic / Maserati Spider / Tempo: 3:08,58. 5º na categoria G, 9º na geral.
- Guilherme Bonomo / Citroen Xsara VTS / Tempo: 3:12,09. 6º na categoria G, 12º na geral.






anarquia no blog


I'm not thinking about cars or engines or suspension or dynamic forces or tyres or aerodynamics or driver's point of view, but...

I did remember however that brake pedal feel is as important as steering feedback - what to say about turning in or shifing down meanwhile... understand pedal feel as a necessary power-to-response factor. In another words, it should not be too sensitive while not being a gym equipment. Too sensitive is worse, making left foot braking impossible and making of a smooth punta-tacco a very tough mission at every downshift....

The brake pedal should have a firm and short travel. It also should be aligned with the throttle pedal only when full power on the brakes is applied. That is what makes the punta-tacco work easier, not forgetting the obvious side-to-side proximity between the pedals. A large throttle pedal articulated at the floor accepts better the punta-tacco made with the heel touching the gas, a suspended throttle pedal usually requires a bit of rotation of the foot, using thereby both sides of the foot instead. In both cases, a wet shoe sole can be extremely dangerous.

Garbage is a great band. good night

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um Bizzarrini Iso Grifo A3/C a menos...


Essa doeu. E já era. Pode ser recuperado, mas jamais terá a mesma resistência estrutural. A criação de Giotto Bizzarini, ex-engenheiro da Ferrari, tinha carroceria de alumínio e motor americano. Um V8 chevy preparado, com 327 polegadas cúbicas e 365 cavalos. Produção limitadíssima.

Nunca foi competitivo. E poucos são mais raros.

Espero que o piloto não tenha se machucado. É possível vê-lo, ainda dentro do carro, enquanto os fiscais literalmente voam para socorrê-lo. Proteção a impactos nunca foi o forte dos carros de competição da década de 60.

Vidinha infernal II...


Corrida de bólidos históricos em Nürburgring Nordschleife. Pense em uma vida difícil: tração traseira, freios fracos, peso pesado, nenhuma assistência eletrônica. Com chuva, pressionado por um carrinho que pesa a metade do seu.

Dá pra ficar pior? Dá, bem pior: de pneus slick.

Trecho: 3/4 da volta. Difícil indicar com precisão, mas é entre Wippermann e Eschbach, com certeza. É o trecho onde há maior variação topográfica (não em amplitude, mas em mudanças), com várias curvas de média-baixa velocidade.

Vidinha infernal...


24h-Rennen Nürburgring-Nordschleife - 21 a 24 de Maio de 2009.

Trio: Reinhold Renger / Roland Rehfeld / Stefan Kissling / Volker Strycek. Equipe: Kissling Motorsport, Chevrolet Corvette C6.

Creio que a foto foi tirada nos "esses" chamados Hatzenbach. Na verdade, tenho quase certeza. O Corvette está saindo da última perna, se encaminhando ao cotovelo que levará ao trecho de alta velocidade, onde há o pulo em Quiddelbaher Höhe.

Esta foto é interessante, porque mostra como o autódromo é estreito. Sua largura equivale a menos da metade do padrão internacional da FIA. Na maior parte da pista, a grama é separada por uma tira de parcos 6,7 metros. Praticamente uma rua residencial.

É algo que não é muito comentado em toda a mítica de Nordschleife. No lugar disso, todos falam, equivocadamente, das absurdas 174 curvas do circuito. Balela. Este é um sistema de contagem medieval, que levava em conta qualquer mudança de direção. Nesse sistema, o "S" do Senna e o Laranjinha (Interlagos) contariam de quatro a seis curvas no total. A Eau Rouge (Spa), sozinha, valeria por quatro.

O número oficial: 73 variantes. Sim, o circuito foi encurtado, perdeu três curvas no trecho inicial e ganhou uma. Sim, o autódromo sofreu uma reforma em 1970, mas o traçado é o mesmo, apenas ficou mais preciso, e ganhou barreiras de proteção, essas coisas...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Queixo caído...




Que ronco, que desempenho e que tempo de volta. Pudera, o FXX é um carro de pista... e se for o Schumacher mesmo ao volante, daí é injustiça pura.

sábado, 20 de junho de 2009

Alfinha à toda...


La Source, lendário autódromo de Spa-Francorchamps. O que podemos dizer do comportamento desta maravilhosa Alfa GTA 1965? Está se comportamento bem? Vai receber presentes do papai noel?

Parece bem balanceada. Note como os pneus dianteiros tocam a linha branca antes dos traseiros. Cuidado para não se enganar, afirmando que o carro está saindo de traseira. Isso seria uma verdade se a curva tivesse raio largo e constante, e se os pneus estivessem alinhados para a frente ou até em um contra-esterço.

Mas a La Source é um grampo: a entrada é feita atrasada, esterçando-se quase tudo de uma vez. Assim, pode-se desenhar uma trajetória longa e retilínea na saída, permitindo máxima reaceleração. Lembram-se da distribuição de aderência lateral e longitudinal? A-há!

O momento da foto é exatamente o início desta etapa da curva. A GTA está para tocar o ponto de tangência. É o local no qual o carro chega mais próximo ao lado interno da variante. A reaceleração está começando.

Eu diria que esta Alfa está com comportamento dinâmico neutro, o sonho de qualquer piloto. Note como há pouco esterçamento dos pneus. Isso é ótimo indicativo.

Olha...




...digamos que este é um irmão gêmeo vitaminado do meu Dart. Com pintura e interior restaurados, motor 383 big block preparado, et cetera. E ignorem o narrador, com sua voz robótica de telemarketing.

Pitécnicos Tacos: a coletânea


Se as bandas possuem um "the best of", por quê o Mulsanne não pode ter também, ora! Separei e revisei os melhores palpites técnicos dados neste blog, e os juntei em sequência em uma "matéria" do site Mulsanne, na seção Automobilismo & Técnica.

Ficaram de fora os últimos três pitécnicos, eles entrarão na abertura da próxima coletânea, que estará disponível nos melhores magazines do ramo!

Clique aqui para acessar o Mulsanne!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Enquanto a F-1 se dilacera... do outro lado do atlântico...


...tinha um cara andando de Dodge pela cidade, feliz da vida. Eu lá sabia que a FOTA ia mandar a FIA para as cucuias e fazer uma categoria com oito equipes?

Tinha coisas mais importantes pra fazer, ora. Pegar o meu filhão na oficina, depois de um belo tratamento de acabamentos e matar vários nhequenheques. Trabalho do Ricardo, fera que acabou com vários vícios estéticos e funcionais desse carro. Esse Dart tá cada vez melhor. Olha essa grade, que coisa linda. E as lanternas, casaram bem com as faixas hein? Nada mal...

Mês que vem tem novo banho de loja e serviços. Minha conta zerou, mas é pra isso que eu ganho salário. Pra gastar em Dodge.

E daqui a pouco comento a bomba atômica da FOTA. Como será que vai chamar a categoria? Phormula Uno? Fórmula 2? Fórmula I (i maiúsculo)?


Para aliviar, depois do pitécnico...


Se o teto fosse meu, ela teria de pagar.
De alguma forma.
É.

Pitécnicos tacos aleatórios VI: a arte de tirar o pé, parte II


Sim, eu sei que faz tempo. Alguns de vocês sentiram falta, outros nem tanto. De qualquer forma, a volta dos pitécnicos não poderia ser mais pretensiosa: falar sobre a arte de tirar o pé do freio. Ou simplesmente, o final da etapa da frenagem e o início de uma curva, o famigerado turn-in.

Vimos no pitécnico anterior, a arte de tirar o pé do acelerador, que a frenagem correta não começa quando o piloto pisa no freio, mas sim, quando ele tira o pé do acelerador. Dependendo da forma e do equilíbrio dinâmico no momento em que o piloto decidiu levantar o pé direito, tudo o que vem depois (a frenagem) pode estar arruinado. E com isso, quero dizer desequilíbrio, que pode ficar barato em uma pequena rebolada bem consertada, como pode terminar em uma tremenda cacetada. Piloto, bicho orgulhoso que é, vai dizer que tinha óleo na pista, essas coisas. Enfim.

A arte de tirar o pé do freio é extrema. Ninguém menos que o mestre e aniversariante (11 Junho) Jackie Stewart afirmou que esta foi uma das últimas técnicas que ele conseguiu dominar.

E por quê esta é uma técnica tão complicada? Diria que a parte mais complicada é a distribuição de grip longitudinal e lateral. Vamos descomplicar isso. Na teoria, porque na prática... meu amigo...

Quando freamos com força, ou seja, em ritmo de competição, consumimos quase toda a capacidade do pneu gerar aderência no solo. Se o piloto esterçar o volante ou haver um desequilíbrio por qualquer motivo (zebras, falha no asfalto, mudança de textura, etc), a consequência imediata será o bloqueio de ao menos uma das rodas. O que significa que, para gerar aderência lateral, deve-se abrir mão de um pouco da aderência longitudinal. Em outras palavras, aliviar a pressão nos freios.

É este o clique da coisa. Imagine que você tem uma jarra de aderência de 1 litro, e dois copões com 1 litro cada: um de aderência longitudinal, e outro de aderência lateral. Deu para entender, não? Distribuir a aderência. Vale pegar de um copo e passar para o outro. Só não dá pra querer 1 litro de aderência longitudinal e lateral: como diz o Galvão Bueno, "a física não permite" (modo sarcasmo ligado). Se tentar fazer isso, vai passar reto na curva, com as rodas travadas.

O problema é distribuir essa aderência. Pisar com força no freio é muito mais fácil que levantar o pé dele com delicadeza e velocidade simultâneas, enquanto se inicia o esterçamento do volante, equilibrando a aderência entre estes dois vetores. Ainda por cima, no ponto exato da curva, sem perder tempo, e nem destruir a velocidade de saída por entrar rápido demais, erro típico de pilotos amadores.

Se o figurão soltar o freio de uma vez, ele causa um desequilíbrio. Em alguns carros ou curvas (e o relevo também é importante), a súbita empinada do nariz vai causar uma bela saída de frente no momento em que mais se precisa de aderência frontal. Mas em outros, pode ocorrer uma chicotada incontrolável. Cento e oitenta graus, todo mundo desviando do pateta, perninhas tremendo.

Mas não é só isso. Dependendo da distribuição de peso sobre os eixos e de força entre os freios dianteiro e traseiro (carros de competição possuem o chamado proportioning bar, para compensar alterações dinâmicas como o consumo de combustível e o desgaste de pneus), o alívio será diferente, com maior ou menor tolerância. De maneira geral, um carro que é sobreesterçante (sai de traseira) no início da curva é o que exige gentileza ainda maior no momento de tirar o pé do freio. Bólidos com centro de gravidade muito alto também exigem delicadeza, porque o efeito multiplicador (pêndulo) de forças é maior.

Via de regra, os automóveis não saem de traseira nas entradas, a não ser por uma característica de construção ou regulagem específica que reduza a aderência dos pneus posteriores nesse momento, tal como:

- Distribuição de freios menos frontal.
- Amortecedores traseiros muito resistentes à distensão (extensão), o que causa um torque que puxa as rodas posteriores para cima nas freadas fortes.
- Barra estabilizadora traseira estupidamente grossa.
- Motor pendurado na traseira, como os Porsche 911 mais antigos e os Renault Alpine A108. Assim que o esterçamento começa, a inércia sobre o eixo traseiro já começa a cobrar sua parte. A arte de pilotagem deste tipo de carro está na suave transição entre as etapas: dependendo da curva (e do piloto), o término da frenagem é conectada dinamicamente ao início da reaceleração. Tudo vira uma coisa só.
- Pneus gastos na traseira ou com pressão excessiva.
- Pouca asa traseira.


Veja mais:
- Pitécnico V: a arte de tirar do pé do acelerador
- Pitécnico V, adendo
- Pitécnico III: trail braking (é praticamente um irmão deste post, complementa algumas coisas)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Como perder uma corrida ganha?




...basta errar a contagem das voltas. Nome do artista: Julián Simón, categoria 125 cilindradas, MotoGP. Uma trapalhada épica. A reação do narrador é... inenarrável!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Giro de 360... the bad way...

Um acidente horrível na Nascar mexicana...




O automobilismo necessariamente envolve riscos. A maior parcela do perigo é intrínseca à prática do esporte. A outra parte responde por atitudes humanas.

Nunca ouvi falar de Carlos Pardo, piloto que faleceu neste trágico acidente da divisão mexicana da Nascar. Seu rival Jorge Goeters, com o qual a responsabilidade do acidente é dividida, é outro nome estranho para mim.

O que não me é estranho é a atitude de ambos. Pardo (carro vermelho) e Goeters (azul) já vinham se estranhando na reta dos boxes, trocando tinta, como se diz no jargão. Não, não é normal em turismo. O que é normal em turismo são toques involuntários devido à menor agilidade dinâmica dos automóveis. A não ser que os pilotos da Nascar mexicana pensem que estão no filme "Dias de Trovão"... enfim.

No meio destes toques quase propositais (digamos assim), Pardo ultrapassa Goeters por dentro.

A resposta de Goeters veio na reta oposta. Pardo descia a reta cruzando-a na diagonal, de maneira retilínea. Podemos interpretar isso como uma sutil fechada de porta, mas sem manobras-surpresa. Goeters acompanha Carlos, e voluntariamente toca a quina de sua traseira duas vezes, em um intervalo de aproximadamente um segundo. Na segunda, ocorre a tragédia.

A manobra de Jorge Goeters é similar àquela realizada pela polícia norte-americana para causar a perda de controle de automóveis que ameacem a segurança pública. Como Pardo não aparenta mudar de trajetória (sim, ele cruzou a reta na diagonal, mas não esterçou o volante neste tempo), e Goeters seguia imediatamente atrás, não me resta nada além de ficar com o nariz torcido para Jorge. Ele estava no controle do ataque, era uma reta, por isso disse e repito, os toques foram voluntários. Não vou colocar panos quentes.

Mesmo que sua intenção não fosse tirar Pardo da pista, Goeters não quis aliviar, nem abrir para sair definitivamente da quina traseira de Carlos e ultrapassá-lo. A consequência dos toques naquele canto do automóvel é algo previsível para qualquer novato. No momento da perda do controle do rival, Jorge Goeters tinha um espaço de quase dois carros para abrir e ficar lado a lado com Pardo. Ele não quis abrir, preferiu tocar Carlos. Por isso, a reação dos narradores: "
eso no se vale"... a frase foi repetida inúmeras vezes.

Sim, a disputa estava calorosa e no limiar da ética esportiva. Terminou da pior maneira possível. Meus pêsames aos familiares e ao automobilismo mexicano. Que os pilotos da categoria aprendam alguma lição deste triste dia.


Agradecimentos ao amigo Edson Antunes pela dica.

A falta da asa de Stewart, em Nordschleife 1968...


Como bem observado pelo leitor Lucius, esta foto mostra o Matra MS10 de Stewart sem o aerofólio traseiro. Durante os escassos treinos livres para esta prova, realizados no sábado e domingo de manhã (na sexta não haviam condições climáticas para qualquer coisa), o escocês testou as duas alternativas. Nas palavras do próprio, "com a asa, ficou um pouco melhor. Não posso afirmar que era algo claro ao volante, mas os tempos de volta indicavam que havia uma sutil melhora."

É provável que esta foto tenha sido feita nos treinos de sábado, pois no domingo Stewart treinou com o aerofólio.

E já que estamos falando do mestre, recomendo a leitura de uma biografia muito completa, escrita pelo amigo do além-mar Speeder. Clique nos links para abrir as páginas em uma nova janela:

Primeira parte
Segunda parte
Terceira parte
Quarta parte
Quinta parte

domingo, 14 de junho de 2009

Muscle cars ontem e hoje: Mustang, Camaro, Challenger




Matéria do Auto Esporte, da Rede Globo. Mal passou na televisão e já colocaram no You Tube. Fotografia muito boa, texto mais ou menos... de qualquer forma, aproveite antes que passem a régua!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mestre.

Novidade no Mulsanne.com.br: Mustang Fastback 1967


Essa vida de jornalista automotivo às vezes me cansa... só carros feios. Olha que coisa horrível!

Feio sou eu! Esse Mustang Fastback 1967 é uma das coisas mais lindas que eu já cliquei. Acessem o site Mulsanne para ler a matéria com esta jóia da FoMoCo!