
Pequeno, leve e muito bem projetado. Este é o MGB. Quatro cilindros, potência pouco inferior a 100 cavalos, e um desempenho em curvas de deixar qualquer grandalhão de queixo caído. Se os Jaguar seguem uma filosofia de carros pesados e potentes, os MG seguem a escola de Colin Chapman: peso mínimo, aproveitamento máximo.
A propaganda acima é de 1976, feita para o mercado norte-americano. Nesta época, o carrinho já tinha perdido o brilho dos cromados, e sua performance encontrava-se estrangulada por regulamentações de poluição, suspensão uma polegada mais alta, e o peso acrescentado dos gigantes parachoques obrigatórios na terra dos ianques.
Entre 1973 e 76, foi produzido também o MGB GT, dotado de um pequeno motor V8 produzido pela Buick, cujo bloco e cabeçotes eram compostos de alumínio. O conjunto motriz, pasmem, era mais leve que a versão de ferro fundido de quatro cilindros! Muito sofisticado, e velocíssimo...
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