
Dodge Challenger R/T Hemi 1974 vs. Dodge Challenger SRT 2009 vs. Mustang GT 1967 vs Mustang GT Bullit 2008. Ah, como eu queria estar presente neste dia! A matéria é do mestre Arnaldo Keller, com os cliques de seu primo Paulo. Em resumo, vocês terão uma excelente leitura acompanhada de fotos sensacionais.
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Já que muscles se resumem praticamente a motor, seguem meus sonhos de consumo. Minha configuração preferida para o Challenger original é o 340 six pack, ou um 440 six pack com bloco de alumínio da Keith Black - neste caso fugindo da originalidade em nome da redução de massa sobre o eixo frontal. Já no Mustang, poucas coisas me deixariam mais feliz que um 289 com cabeçotes Gurney e um quatrilho de Weber 48, ou um 302 bloco Boss. Todos com relação de diferencial em torno de 3,50:1 e sistema de deslizamento limitado. Um câmbio T-56 ou TKO 500, de 6 e 5 marchas respectivamente, não faria mal também.
Os muscles novos? Sabiam que estes não me atraem? Sério mesmo. Algo nas releituras deles me deixam com uma impressão de que são caricaturas dos modelos originais, uma espécie de estereotipação que não me agrada muito. Além disso, a concepção mecânica pouco sofisticada e o excesso de um peso mal distribuído não condizem com um carro fabricado no século XXI. Sim, o Challenger SRT-8 possui suspensão independente multi-link na traseira, câmbio de 6 marchas (os novos)... mas ainda assim me parece anacrônico e excessivo.
O atrativo deles seria o preço, mas quem passou em uma importadora já deve ter percebido que US$40 mil nos EUA se tornam mais de R$300 mil por estas bandas... por alguma coisa a mais dá pra levar uma BMW M3 ou uma Mercedes C63 AMG pra casa. Até um Porsche Cayman S.
Aí é covardia.
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Já que muscles se resumem praticamente a motor, seguem meus sonhos de consumo. Minha configuração preferida para o Challenger original é o 340 six pack, ou um 440 six pack com bloco de alumínio da Keith Black - neste caso fugindo da originalidade em nome da redução de massa sobre o eixo frontal. Já no Mustang, poucas coisas me deixariam mais feliz que um 289 com cabeçotes Gurney e um quatrilho de Weber 48, ou um 302 bloco Boss. Todos com relação de diferencial em torno de 3,50:1 e sistema de deslizamento limitado. Um câmbio T-56 ou TKO 500, de 6 e 5 marchas respectivamente, não faria mal também.
Os muscles novos? Sabiam que estes não me atraem? Sério mesmo. Algo nas releituras deles me deixam com uma impressão de que são caricaturas dos modelos originais, uma espécie de estereotipação que não me agrada muito. Além disso, a concepção mecânica pouco sofisticada e o excesso de um peso mal distribuído não condizem com um carro fabricado no século XXI. Sim, o Challenger SRT-8 possui suspensão independente multi-link na traseira, câmbio de 6 marchas (os novos)... mas ainda assim me parece anacrônico e excessivo.
O atrativo deles seria o preço, mas quem passou em uma importadora já deve ter percebido que US$40 mil nos EUA se tornam mais de R$300 mil por estas bandas... por alguma coisa a mais dá pra levar uma BMW M3 ou uma Mercedes C63 AMG pra casa. Até um Porsche Cayman S.
Aí é covardia.
5 comentários:
Show de bola!!
aliás, de carros!!
Sempre ele...Arnaldo Keller!!. Nunca me canso de apreciar e elogiar seus trabalhos...sem dúvida alguma, uma referência e autoridade para todos os amantes e aficionados! É uma ''enciclopédia''. Saudações do Lucius.
Concordo contigo não gosto do novo Challenger(nem do antigo, Barracuda neles!)
Muito bom esse link!!! rsrsrsrs
Quanto aos modernos, eu gosto!
Aluguei um Mustang V6 na California e me diverti muito. O Challenger eu acho interessante. Mas o meu sonho de consumo é o novo Camaro SS.
Abraço
Lucius,
sem essa de enciclopédia. Errei dizendo que o Challenger antigo é 1970, sendo que depois vim a saber que é um 74. Não me tome como sempre certo; na verdade, não tome ninguém, porque a gente erra, todo o mundo erra, mesmo tentando não errar.
Quanto ao restante da matéria, pode considerar como tudo OK.
Valeu, obrigado,
Arnaldo
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