Interlagos berlinette. Pequena barata, irmã mais nova do Renault Alpine, fez muito sucesso nas pistas brasileiras na dourada década de 60 - quando o automobilismo era perigoso e o sexo, seguro. O centro de gravidade extremamente baixo aliado ao motorzinho traseiro de 850cc e os finos pneus da época resultavam em um espetáculo de derrapagem controlada - exigindo pilotos com alto grau de sensibilidade e habilidade ao volante.
No final da frenagem, a traseira já queria vir. A curva começava cedo. A gente trazia o carro pra dentro, vinha meio de lado, e a frente apontava bem de frente pra zebra. Controlava o quanto queria deslizar no acelerador. A berlineta ia escorregando pra fora naturalmente, terminando a curva (no caso, o bico de pato).
É difícil dizer a fórmula ideal de traçado pra andar em Interlagos, ou em qualquer outra pista. Cada conjunto pede uma maneira de ser guiado, e o bom piloto se adapta ao que o carro pede.
Palavras do volante Luiz Pereira Bueno, que aparece com a mão na massa em segundo plano na fotografia. Este exemplar está sendo restaurado ao melhor estilo concours: cada parafuso deste automóvel é novo, todas as peças foram restauradas com alto grau de esmero e originalidade.
Salvo é claro, pelo novo cabeçote Hernandez Racing, que podemos avaliar na fotografia acima. Infelizmente, nota-se, há um problema de espaço no cofre do motor, então é provável que o cabeçote original de alumínio seja utilizado.
No final da frenagem, a traseira já queria vir. A curva começava cedo. A gente trazia o carro pra dentro, vinha meio de lado, e a frente apontava bem de frente pra zebra. Controlava o quanto queria deslizar no acelerador. A berlineta ia escorregando pra fora naturalmente, terminando a curva (no caso, o bico de pato).
É difícil dizer a fórmula ideal de traçado pra andar em Interlagos, ou em qualquer outra pista. Cada conjunto pede uma maneira de ser guiado, e o bom piloto se adapta ao que o carro pede.
Palavras do volante Luiz Pereira Bueno, que aparece com a mão na massa em segundo plano na fotografia. Este exemplar está sendo restaurado ao melhor estilo concours: cada parafuso deste automóvel é novo, todas as peças foram restauradas com alto grau de esmero e originalidade.
Salvo é claro, pelo novo cabeçote Hernandez Racing, que podemos avaliar na fotografia acima. Infelizmente, nota-se, há um problema de espaço no cofre do motor, então é provável que o cabeçote original de alumínio seja utilizado.
5 comentários:
Trata-se então, não de um cabeçote, mas sim de um cabeção!!!!!!!!!!!! Sai daí Reinaldo!!!!! Hahahaha
Abraço
Hamilton
Amilton disse....
Como o mestre Peroba sempre ressalta - o piloto tem que vestir o carro- o Reinaldo Hernandez resolveu aplicá-la literalmente , heheh.
Forte abraço
Amilton
O carro tem 1 CV.
Caro Anônimo, no manual da Hernandez Racing, consta que a potência do propulsor com o cabeçote é 1JV/1BV/1MV. Trocaram o cavalo por outro animal, será? ha ha ha ha ha!
Parabens pelafoto e pelo texto, fico feliz de ter visto de perto esse "evento", mas com esse cabeçotão ai a Berlinete não vai decolar
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